Me disseram que meu Twitter não passa de rasgações de seda pros aliados, elogios pros bonitos e minhas garrinhas apontadas pros excluídos…
#muito preocupada!
COLIRIO MOURA BRASIL
Reginaldo Faria, Marcelo Faria, Beth Faria, e a Bruna…Faria, lógico…
Dois modeletes colírio pra nação de bees e biscas se deliciarem.

ADOGO!

Odeio filme de cachorro! Principalmente aqueles em que eles jogam futebol ou são super-heróis…
Do Paulo Coelho no Twitter: “Não devia dizer isso, mas é uma honra estar entre os livros mais roubados”…
Pode me incluir nesse ranking amor, pois já afanei “As Valkírias”.
Hahaha…
Famoso jornalista (de jornal estrelado daqui), foi em uma festa em SP, em que o flyer da noite era o “Trio Ternura” do Sorocabarraco!
Hahaha, dispensam apresentações, né?
Pois o nome dos personagens todos já estão cansados de ouvir.
A festa foi promovida por dois famosos blogueiros em uma casa noturna, e a festa chamava “Balada Mixta” (imagem em anexo, em péssimo estado, mas só pra provar).

Eu imagino a “face” do nosso conterrâneo quando viu o style do convite.
Estão achando que nossa city é Sorocabagunça?
Quáquáquá!!!
Não me falta homem, o que me falta é amor…
#FATO

Passada em Cristo aqui!!!!
A Lady GaGa acaba de admitir pra rede BBC londrina que “admite cheirar pó socialmente”.
As coisas passam, e o melhor que você pode fazer, é deixá-las partir…

O Bikini Club teve como atração na sexta o DJ Double C, e a belíssima Fernanda Desirée foi lá conferir. Clic: Diego Rodrigues
Rita Lee anda jururu: em menos de 15 dias perdeu dois animais queridos de estimação.
Seu gato amarelo Coca Colo (que tomava Gardenal todos os dias para evitar convulsões), e sua jabuti Leonor morreram e deixaram a roqueira chateada.
Mas com o bom humor de sempre contou no Twitter: o gato foi batizado assim porque apareceu todo despelado no camarim de um show que fez para a Coca-Cola, e não queria mais sair do colo.
Ela tem outros dois jabutis, o Affonso e o Quincas, que foram resgatados da rua, mas estão com os cascos deformados de tanto que foram socados de lá prá cá…
O grupo (fofo) Lady Antebellum começa a emplacar nova música, “Our Kind of Love”, depois que a linda “I Need You Know”, já correu pro abraço depois de fazer tanto sucesso (até trilha de fotovida em casamento que eu fui, ela já foi tema).
A Maria Gadú incluiu cover da Alanis Morissette, Pink, Legião Urbana (“Quase Sem Querer”), Adoniran Barbosa (“Trem das Onze”), na gravação de seu DVD ao vivo no Credicard Hall (na última quinta), e deve mantê-las no repertório que faz por aqui (no Monteiro Lobato), no próximo dia 15.

O DJ Santiago fez estripulias sonoras lá no Croco Club no último sábado. Clic: Diego Rodrigues
Quer cantar como um pintassilgo, mas sua voz é de gralha?
Não se desespere!
A Márcia Mah (nossa melhor cantora), e que é formada em Canto pelo Conservatório de Tatuí, e possui dois CDs gravados, irá ministrar aulas com noção de anatomia, exercícios de respiração, afinação e repertório, entre outros elementos básicos em aulas individuais (com duração de 1 hora semanal) no Espaço Sal da Terra (rua Miranda Azevedo, 378 – tel: 3247-6812. Consulte também o site: www.marciamah.com.br
Uísque é o melhor amigo do homem. É o cachorro engarrafado…
Da nossa colaboradora Beth Cerquinho (Balaio da Beth).
Kkkkk….
De um twitter por aí: Kiko do KLB, Gretchen, Mulher Melão, Ronaldo Ésper, Popó, Netinho, Tiririca… Parece o casting da Fazenda 3, mas são as eleições de 2010 mesmo…

Janaína Azevedo foi sacudir ao som do Double C no Bikini. Clic: Diego Rodrigues
As noites de sábado no inverno lá no Croco Club tem sido HOT. Confira as carinhas e modelitos do povo que tem frequentado as últimas semanas lá na badalada casa noturna do Campolim.
Clic: Will B.
Carlinhos Gonçalves, no Twitter, pra mim:
“Hey Bruna, Coco foi a Chanel do Tweed, você é a Chanel do Twitter!
E você não é colunista social, isso é coisa de dinossauros da imprensa.
Você é colunista sensorial: capta e transcreve!”
ADOGO!!!
CANSEI DOS HOMENS, SÓ QUERO CONSOLO!

Taylor Momsen, que interpreta a Jenny Humphrey na série ‘Gossip Girl‘, veio com essa agora!
A boneca tem só 16 aninhos e diz estar cansada dos homens e que, de momento, a sua vida sexual está concentrada só no uso de um vibrador.
Mais uma polemicazinha da girl que assumiu há pouco tempo sua bissexualidade, e também declarou que está cansada de ser comparada a Miley Cyrus:
“Eu não estou procurando ser que nem a porcaria da Miley Cyrus. Não ligo para a fama. Não a conheço, mas nós somos diferentes. Nos comparar por causa de nossa idade é besteira!”
É meus amores, e eu ainda me achava precoce aos 16 anos!
Hoje, com 19, me sinto um disco de vinil perto dessas crianças modernas.
HAHAHAHA

CORAÇÃO DE VIDRO
“Uma vez eu tive um amor e era divino,
Logo descobri que estava perdendo minha cabeça
Parecia como uma coisa verdadeira, mas eu estava tão cega,
Muita desconfiança, o amor ficou lá atrás…”
Tradução de “Heart Of Glass”
Fazer o que, se o Will me fez viciar em Blondie!
Acho engraçado ver certas pessoas me tachando de fútil.
Pois ao mesmo tempo, elas vêm ao meu twitter, leêm minha coluna, atrás da tal “futilidade”…

A bee Serginho Orgastic (que esta mostrando a cobra na G Magazine), em recente babado fervido em Sampa, ao lado de duas miguchas Clic: Vand Rodriguez
Não assisto “Malhação”.
Incrível como me sinto poderosa ao dizer isso!
Me disseram esta, e eu amei:
“A vida é uma boate, onde só tem vodka Balalaika”
ATOROM!
No Twitter do Hugo Gloss: “acordei preocupado com a bundinha da Juliana de Sorocaba. Será que já passou a dor?
Cícero#cavalão…
O Sorocabarraco ainda rende…
Por Pedro Alexandre Sanches (para o portal IG)

Em julho de 2009, a gravadora Som Livre bolou para sua recém-contratada Maria Gadú um show pequeno, intimista, num bar barulhento de Paraty (RJ).
O objetivo era apresentar a jovem cantora e compositora a “formadores de opinião” presentes na Flip (Feira Literária Internacional de Paraty).
O disco de estreia homônimo estava sendo lançado por aqueles dias, e quase ninguém sabia quem era aquela menina de visual levemente agressivo, que cantava com incrível suavidade, acompanhada apenas por seu violão e uma percussão.
Exatamente um ano depois, Gadú está instalada num palco gigante, no centro de um cenário pomposo e de uma banda numerosa, diante da platéia lotada do Credicard Hall, casa de shows de São Paulo com capacidade para mais de 7 mil pessoas.
É a gravação de seu primeiro DVD, programado para lançamento em outubro, dentro da série televisiva “Multishow ao Vivo“. Tudo aconteceu rápido demais para essa menina paulistana de 23 anos de idade.
São inegáveis as qualidades artísticas de Gadú, assim como são as de tantos outros cantores e compositores da mesma geração, que dividem com ela um estreito e estrangulado cenário.
O que a distingue e a fez girar do 8 ao 80 em 365 dias é menos o talento individual de Gadú, e mais a parafernália que se organizou em torno dela.
A Som Livre é a gravadora das Organizações Globo, que trabalham diuturnamente para transformar sua eleita num sucesso nacional.
Nessa temporada, Maria esteve presente nas trilhas sonoras das novelas Viver a Vida e Cama de Gato e da série Cinquentinha, e regravou “Rapte-Me, Camaleoa”, de Caetano Veloso, para a atual Ti Ti Ti.
A rota de ascensão começou quando o meloso dramalhão Viver a Vida, de Manoel Carlos, serviu-se da grudenta balada “Shimbalaiê”, composta por Gadú quando tinha 10 anos.
Foi o primeiro passaporte para que o primeiro CD conseguisse ultrapassar a difícil marca das 100 mil cópias vendidas, segundo a Som Livre.
No palco, Gadú esbanja tímida simpatia, mas comporta-se como a menina que é, por vezes pequena demais para tamanho palco e tamanha responsabilidade.
Suas doces composições soam imaturas, um tanto parecidas umas com as outras, mas se mostram eficazes e são cantadas em coro pela platéia ligada na semelhança das melodias – e obediente aos comandos globais.
Como intérprete, ela exibe alguns de seus melhores dotes ao cantar “Lanterna dos Afogados“, dos Paralamas do Sucesso, alongando suas sílabas e revelando-a ainda mais cativante do que já era.
Inevitavelmente, faz lembrar uma de suas referências mais evidentes, Cássia Eller, que cantava uma versão bem mais áspera de “Lanterna dos Afogados”.
Mas mostra não ter uma identidade de intérprete plenamente definida, ao cantar “A História de Lilly Braun“, que quase todas as intérpretes brasileiras cantam, do modo como quase todas cantam.
E o povão de classe média para cima do Credicard Hall bebe Chico Buarque pela garganta suave de Gadú.
O caos ameaça se instalar quando a menina cede vez para uma interminável equipe de intérpretes masculinos que formam seu time, sua turma, sua patota.
Primeiro canta com eles, depois senta num inacreditável sofá para vê-los cantar, enquanto o show cria uma enorme barriga – o público conversa, brigas ameaçam eclodir no meio da pista, adolescentes passam mal na fila do gargarejo.
Alguém (as Organizações Globo?), parece ter ensinado a Gadú a “arte” do compadrio sem limites, e o leve descontrole que se instala nesse momento mostra que a suave menina tem tudo para crescer quanto quiser, mas por enquanto ainda é pequena demais para tanta responsabilidade, tanta regra e tanta convenção.
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